Cartões de alta renda 2026: opções para substituir o Dux -

Cartões de alta renda 2026: opções para substituir o Dux

Cartões de alta renda 2026 despontam com benefícios que desafiam o Dux, oferecendo pontuação superior, acesso ilimitado a salas VIP e modelos flexíveis de isenção de anuidade. Seis emissões nacionais se destacam no segmento ultra premium e redefinem o que é vantagem para clientes de patrimônio elevado.

A elevação das exigências do público de altíssimo poder aquisitivo levou bancos e cooperativas a reverem pacotes de recompensas, spreads cambiais e integração com investimentos. Hoje, relacionamento bancário, volume de gastos e perfil de viagem pesam mais do que marca na hora de escolher o plástico ideal.

Cartões de alta renda 2026: opções para substituir o Dux

Exclusividade total: anuidade de R$ 18.000 com câmbio sem spread

Direcionado a quem detém R$ 30 milhões ou mais em aplicações na cooperativa, o primeiro cartão da lista cobra anuidade de R$ 18.000 (12 x R$ 1.500), mas oferece isenção completa mediante esse volume investido ou faturas acima de R$ 120 mil. A pontuação chega a 5 pontos por dólar em território nacional e 7 pontos no exterior, sem spread e com IOF de 3,5%. O portador tem LoungeKey e Dragon Pass ilimitados para si, três adicionais e até oito convidados por acesso, além de traslado de helicóptero até o Aeroporto de Guarulhos.

Eficiência e custo controlado: anuidade de R$ 3.000

Com foco em alta renda consolidada, a segunda alternativa custa R$ 3.000 anuais (12 x R$ 250) e concede isenção a quem mantém R$ 3 milhões investidos ou gasta R$ 40 mil por mês. A cada dólar são gerados 3,5 pontos no Brasil e 4,5 no exterior, válidos por 60 meses. LoungeKey e Dragon Pass são ilimitados para o titular e um convidado por visita, em conjunto com spread zero e IOF de 3,5%.

Pontuação agressiva no exterior: anuidade de R$ 1.650

A terceira opção cobra R$ 1.650 ao ano (12 x R$ 137,50) e concede 5 pontos por dólar em compras domésticas e 6 pontos no exterior. A isenção integral surge com despesas acima de R$ 25 mil; entre R$ 12.500 e R$ 25 mil a redução é de 50%. São 10 convidados anuais tanto no Dragon Pass quanto no LoungeKey, sem IOF e com spread de 4%. Milhas podem ser transferidas para Latam Pass, Smiles, Azul e TAP Miles&Go.

Teto progressivo de pontos: anuidade de R$ 1.800

Destinado a grandes gastadores do Banco do Brasil, o quarto cartão calcula a anuidade em R$ 1.800 (12 x R$ 150) e zera a tarifa para faturas que superem R$ 25 mil ou para quem investe R$ 5 milhões. Até R$ 25 mil em compras, a pontuação é de 4 pontos por dólar; entre R$ 25 mil e R$ 40 mil, 4,5 pontos; acima desse limite, 5 pontos. As viagens internacionais rendem 5 pontos por dólar de forma fixa. O portador pode levar convidados ilimitados às salas Dragon Pass e LoungeKey e não paga IOF.

Pontos que não expiram: anuidade de R$ 3.960

Nesta quinta alternativa, a anuidade chega a R$ 3.960 (12 x R$ 330). Há isenção mediante R$ 5 milhões em aplicações, sujeito a análise. A conversão é de 4,5 pontos por dólar em qualquer moeda, sem validade. O produto inclui acesso ilimitado ao Dragon Pass (com direito a um convidado) e ao LoungeKey, além de experiências Mastercard como Taste of Priceless. O spread cambial é de 5,25% com IOF de 3,5%.

Rede de salas própria e ampla malha de parceiros: anuidade de R$ 1.920

Encerrando o grupo, o sexto cartão custa R$ 1.920 por ano (12 x R$ 160) e zera a cobrança para quem concentra R$ 5 milhões em investimentos. São 4 pontos por dólar em qualquer compra, Dragon Pass e LoungeKey ilimitados para titular, adicionais e 12 convidados anuais, além de acesso às salas Bradesco Lounge. O spread é de 6% e o IOF, 3,5%. Os pontos Livelo podem ser enviados para Azul, Smiles, Latam Pass, Iberia, United, Flying Blue, Etihad, Aeroméxico, IHG, ALL Accor e outros.

Critérios decisivos em 2026

A troca do Dux por qualquer uma dessas seis alternativas passa por três variáveis principais: volume de gastos mensais, patrimônio aplicado na instituição emissora e prioridade entre pontuação, acesso VIP, câmbio ou experiências exclusivas. Quanto maior o vínculo com o banco ou a cooperativa, maiores tendem a ser as faixas de isenção e os privilégios disponibilizados.

Todos os cartões listados oferecem segurança institucional, canais de atendimento dedicados e benefícios de viagem robustos. Na prática, escolher o plástico ideal envolve projetar o próprio padrão de consumo, estimar as transferências de pontos desejadas e comparar os critérios de isenção que melhor se encaixam ao perfil financeiro.

Para continuar acompanhando as novidades desse mercado e conferir guias completos com dicas de maximização de milhas, visite a seção de Cartão de Crédito no Diário de Finanças.

As opções ultra premium evoluíram e oferecem hoje soluções focadas em logística, câmbio e lifestyle. Avalie os números apresentados, alinhe-os às suas metas de viagem e, se necessário, converse com o seu gerente para negociar condições personalizadas.

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