Glin Pix desponta como solução para empresas estrangeiras que desejam vender ao público brasileiro, permitindo cobranças em reais via Pix e cartão de crédito parcelado, sem a burocracia de contas internacionais.
Fundada em 2019 em São José dos Campos (SP), a fintech já intermediou mais de R$ 200 milhões em transações cross-border, atendendo especialmente pequenos e médios negócios que enfrentavam taxas elevadas e baixa aprovação de cartões internacionais.
Glin Pix acelera vendas internacionais com cartão
Ao receber pagamentos localmente, a plataforma diminui custos cambiais e, com o parcelamento disponível no cartão, amplia o tíquete médio das compras, segundo o CEO e fundador Pedro Souza.
Por que o Pix se tornou indispensável
Dados do Banco Central indicam que 170 milhões de brasileiros usam o Pix — 80 % da população. Apenas em outubro de 2025, ocorreram mais de 7 bilhões de transferências instantâneas, número que consolidou o sistema como referência mundial. Ignorar esse meio de pagamento, afirma Souza, significa perder vendas no Brasil.
Como a Glin simplifica a jornada de pagamento
Antes da fintech, parte dos lojistas recorria a contas globais que exigiam do consumidor a abertura de novos aplicativos bancários. Esse processo alongava a jornada, gerava insegurança e terminava em desistências. A Glin atua como camada tecnológica entre cliente final, meios de pagamento nacionais e instituições financeiras responsáveis pela liquidação internacional, garantindo conformidade regulatória.
Segurança reforçada e taxas de aprovação maiores
Nas transações com cartão, a empresa utiliza o protocolo 3DS, que adiciona autenticação extra e eleva as aprovações, além de reduzir fraudes. Para Pix e outros fluxos, opera integrada via API a bancos e parceiros regulados, garantindo rastreabilidade dos recursos.
Setores que mais utilizam a plataforma
Agências de turismo receptivo, escolas de idiomas, instituições de ensino, escritórios de imigração e companhias de produtos digitais figuram entre os principais clientes. Outro nicho em expansão é o de personal shoppers e redirecionadores sediados em Orlando (EUA), que auxiliam brasileiros a comprar no exterior.
Imagem: Divulgação
Planos de expansão da fintech
A Glin trabalha em novas funcionalidades, como emissão de invoices dentro da plataforma para concentrar cobrança, controle financeiro e conciliação em um mesmo ambiente. A empresa também desenvolve tokenização de cartões, recurso que protege dados sensíveis e viabiliza pagamentos recorrentes e checkouts mais rápidos.
Outro foco é o checkout transparente e a integração com plataformas de e-commerce, permitindo que lojistas adotem a Glin sem alterar a identidade visual de suas lojas e reduzindo etapas no processo de pagamento.
Com essa combinação de operações locais em reais, parcelamento, Pix e segurança avançada, a fintech pretende ampliar seu alcance entre empreendimentos estrangeiros que buscam escalar vendas no Brasil, mantendo fluxo de caixa saudável e experiência de compra eficiente para o consumidor brasileiro.
Para mais detalhes sobre meios de pagamento e tendências, confira nosso conteúdo em Economia.
Resumo: a Glin integra Pix e cartão parcelado para empresas estrangeiras venderem no Brasil com menos custos e mais segurança. Acesse o site da fintech, avalie as soluções e mantenha-se atualizado em nosso portal.



