Stablecoin BRL1 estreia na OKX e Kraken e amplia liquidez. A stablecoin lastreada no real brasileiro, desenvolvida em 2024 por um consórcio que reúne Cainvest, Bitso, Foxbit e MB, acaba de ser listada nas corretoras internacionais OKX e Kraken, abrindo caminho para maior liquidez e alcance global do ativo.
Lançado com foco em traders que buscam converter reais em criptoativos de maneira rápida, o BRL1 ultrapassou R$ 1 bilhão em negociações até novembro, segundo Charles Aboulafia, CEO da Cainvest. A integração às plataformas estrangeiras permite que o token seja negociado em pares como BRL1/USDT, conectando usuários de diversos países a operações em reais digitais.
Stablecoin BRL1 estreia na OKX e Kraken e amplia liquidez
Segundo o Coingecko, a OKX, sediada nas Ilhas Seychelles, ocupa hoje a quinta posição em volume diário, com US$ 3,6 bilhões. Já a norte-americana Kraken é a sétima colocada, movimentando cerca de US$ 2 bilhões por dia. Juntas, as exchanges somam mais de 60 milhões de clientes, o que, de acordo com Thomaz Teixeira, CEO da BRL1, representa o início de “uma nova era para a rede e para o mercado brasileiro”.
Expansão internacional fortalece pares de negociação
Com a listagem, o BRL1 passa a figurar nos livros de ordens globais, permitindo que investidores troquem o token por outras criptomoedas e stablecoins sem recorrer a câmbio tradicional. Para Aboulafia, a possibilidade de acessar o USDT — a stablecoin mais negociada do mundo — diretamente com reais digitais oferece agilidade e reduz custos operacionais.
Modelo 1:1 dá lastro e estabilidade
Como toda stablecoin, o BRL1 mantém paridade de 1:1 com o real. Isso é viabilizado por reservas em moeda fiduciária em montante igual ou superior ao total de tokens emitidos, garantindo que cada unidade possa ser resgatada pelo mesmo valor em reais. O modelo busca atrair participantes que valorizam estabilidade de preço em operações de arbitragem ou proteção contra volatilidade típica do mercado cripto.
Próximos passos para o consórcio
O consórcio responsável pelo BRL1 pretende ampliar integrações com outras plataformas de negociação, além de explorar casos de uso em pagamentos internacionais e soluções de liquidação instantânea. A meta, conforme executivos, é consolidar o token como referência de real digital no cenário global.
Imagem: Divulgação
Com a presença nas duas grandes exchanges, a stablecoin brasileira se posiciona estratégicamente para ganhar liquidez, visibilidade e adesão de investidores institucionais e varejo em diferentes regiões.
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Em resumo, a chegada do BRL1 à OKX e à Kraken amplia o acesso internacional ao real tokenizado e reforça a liquidez da stablecoin. Acompanhe de perto e avalie como essa novidade pode abrir oportunidades de negociação e arbitragem.



