O Banco do Brasil (BB) informou nesta sexta-feira, 22 de agosto, que acionará a Justiça para responsabilizar autores de publicações que espalham informações falsas sobre a instituição em redes sociais. As mensagens, atribuídas a apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, alegam a existência de sanções estrangeiras e bloqueios de ativos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e recomendam a retirada de recursos do banco.
Em nota, o BB classificou o conteúdo como “inverídico e malicioso”, destacando que o objetivo das postagens é gerar pânico e levar clientes a decisões que podem comprometer sua saúde financeira. A instituição afirmou que tomará “todas as medidas legais cabíveis” para preservar sua reputação, bem como a segurança de clientes e funcionários.
O comunicado recorda que a Lei 7.492/1986, que trata de crimes contra o sistema financeiro, prevê pena de dois a seis anos de prisão, além de multa, para quem divulgar informações falsas ou incompletas sobre instituições financeiras.
O banco enviou ofício à Advocacia-Geral da União (AGU) solicitando a adoção de providências na esfera judicial. O documento não foi detalhado na nota divulgada à imprensa.
Segundo a instituição, o Banco do Brasil opera em conformidade com a legislação brasileira, normas de mais de 20 países e padrões internacionais do sistema financeiro. Com oito décadas de atuação no exterior, o banco afirma possuir equipe jurídica especializada e práticas de governança alinhadas aos requisitos de integridade e segurança.
O BB reiterou ainda o compromisso de oferecer soluções “responsáveis, seguras e sustentáveis” aos seus diversos públicos.

Imagem: agenciabrasil.ebc.com.br
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Resumo: O Banco do Brasil vai à Justiça contra fake news que incentivam correntistas a retirar dinheiro, lembrando que divulgar informações falsas sobre instituições financeiras é crime. Fique informado e compartilhe apenas conteúdos verificados.
Com informações de Agência Brasil



