Ambulante preso no Maracanã cobra R$ 2,4 mil por cervejas. Um vendedor ambulante de 21 anos foi detido na noite de quinta-feira, 13 de fevereiro, acusado de cobrar R$ 2.400 por apenas duas latas de cerveja de turistas dinamarqueses que deixavam o estádio do Maracanã, na Zona Norte do Rio de Janeiro, após o clássico entre Fluminense e Botafogo.
Equipes do Grupamento Tático Móvel (GTM) da Guarda Municipal patrulhavam a região quando foram abordadas pelas vítimas, pai e filho, que haviam acabado de perceber o valor abusivo debitado no cartão de crédito. Segundo os agentes, a cobrança foi efetuada em uma máquina de cartão portátil logo depois que os estrangeiros receberam as bebidas.
Ambulante preso no Maracanã cobra R$ 2,4 mil por cervejas
Alertados pelo pedido de ajuda, os guardas localizaram o suspeito poucos metros adiante, apreenderam a máquina utilizada na transação e conduziram todas as partes ao Juizado Especial Criminal (Jecrim) instalado no próprio estádio. O caso foi registrado como estelionato.
Na verificação preliminar do equipamento, os agentes encontraram duas operações recentes: uma de R$ 1.200 e outra de R$ 600. Apesar de somarem R$ 1.800, o valor informado pelos turistas aos guardas totalizava R$ 2.400. A diferença ainda será apurada durante a investigação, que buscará identificar eventuais outras vítimas e esclarecer o montante exato do prejuízo.
De acordo com a Guarda Municipal, o flagrante foi possível graças ao patrulhamento ostensivo montado para os jogos de grande porte no Maracanã, reforçado em dias que antecedem o Carnaval. A corporação informou que operações semelhantes prosseguirão no entorno do estádio e em áreas com maior circulação de foliões para coibir fraudes e crimes patrimoniais.
Os turistas dinamarqueses prestaram depoimento e tiveram orientações sobre como contestar a cobrança no banco emissor do cartão. Já o ambulante, que não apresentou licença para a venda de bebidas, permaneceu à disposição da Justiça.
Imagem: Divulgação
Para quem frequentará eventos lotados durante o período carnavalesco, especialistas reforçam a importância de conferir os valores na maquininha antes de digitar a senha, exigir recibo impresso ou digital e, sempre que possível, utilizar cartões virtuais com limite pré-definido.
O processo seguirá tramitando no Jecrim, que poderá aplicar penalidades que vão de multa à prisão, dependendo do histórico do acusado e dos desdobramentos da investigação.
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Este conteúdo mostrou como a ação rápida da Guarda Municipal impediu um golpe que poderia manchar a experiência de turistas no Rio. Continue acompanhando nossas publicações e descubra outras formas de manter suas finanças seguras em qualquer ocasião.



