Ancelotti avalia eliminação do Brasil em 2022 ao afirmar que o revés nas quartas de final da Copa do Mundo do Catar decorreu mais do azar do que de falhas técnicas. O treinador italiano, confirmado à frente da Seleção Brasileira para 2026, disse ter revisitado as últimas derrotas do país em Mundiais para entender o que impediu o hexacampeonato.
O técnico relatou à revista Placar que acompanha em detalhes as eliminações para a Bélgica, em 2018, e para a Croácia, em 2022, concentrando-se sobretudo nessa última partida. Nos acréscimos da prorrogação, Bruno Petkovic empatou o jogo para os croatas, que depois avançaram nos pênaltis.
Ancelotti avalia eliminação do Brasil em 2022: “foi azar”
“Quando faltam um ou dois minutos, a prioridade vira afastar a bola da área. Às vezes, o destino pune. Aquele lance teve mais azar do que erro”, comentou Ancelotti. O italiano ainda lembrou o desvio em um defensor brasileiro – possivelmente Marquinhos – antes de a bola sobrar para Petkovic finalizar.
Quartas de final viram obstáculo recorrente
Desde o pentacampeonato conquistado em 2002, o Brasil caiu nas quartas de final em quatro das últimas cinco Copas: 2006 (França), 2010 (Holanda), 2018 (Bélgica) e 2022 (Croácia). Apenas em 2014, no Mundial disputado em casa, a seleção ultrapassou essa fase, mas foi goleada pela Alemanha na semifinal.
Ancelotti classifica esse estágio como “mata-mata determinante”. “A final é o sonho de todos, mas chegar às quartas exige máxima concentração. Se você avança daí, já se aproxima do objetivo”, afirmou.
Análise orienta preparação para 2026
O treinador explicou que o estudo das derrotas serve para moldar a estratégia até a Copa do Mundo da América do Norte, em 2026. Segundo ele, detalhes defensivos nos minutos finais e controle emocional em jogos eliminatórios serão prioridades nos próximos ciclos de treinamento.
Imagem: Getty
Apesar de admitir que a seleção sofreu com o imponderável, Ancelotti reforçou a necessidade de treinar cenários de pressão. “Futebol tem margem para o inesperado, mas a preparação reduz riscos. Vamos trabalhar para transformar azar em competência”, concluiu.
Com a próxima Copa a menos de três anos, a comissão técnica já analisa amistosos, convocações e possíveis ajustes táticos para romper a barreira das quartas e reconduzir o Brasil a uma final de Mundial.
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Resumo: Carlo Ancelotti atribui a eliminação brasileira em 2022 a um lance de azar, destaca a importância das quartas de final e projeta um trabalho focado em minimizar riscos para 2026. Continue acompanhando nossas publicações e descubra como a análise de resultados passados pode orientar decisões futuras.



