Bitso troca comando no Brasil e foca em pagamentos corporativos -

Bitso troca comando no Brasil e foca em pagamentos corporativos

Bitso troca comando no Brasil e foca em pagamentos corporativos ao anunciar, nesta terça-feira (13/02/2026), a substituição de Bárbara Espir por Nicolás Alonso no cargo de country manager da exchange no país.

Espir, que chefiava a operação brasileira havia cerca de dois anos, assume agora a função de chefe global de gerenciamento de contas da Bitso Business, vertical voltada a pagamentos internacionais para empresas.

Bitso troca comando no Brasil e foca em pagamentos corporativos

Segundo comunicado da exchange mexicana, o principal objetivo de Alonso será expandir o alcance da Bitso Business no mercado nacional, além de fortalecer o relacionamento com órgãos reguladores e autoridades públicas.

Nova liderança mira expansão da Bitso Business

A Bitso Business oferece infraestrutura para que companhias realizem transferências internacionais de forma mais eficiente, utilizando tecnologia blockchain e criptoativos. De acordo com a empresa, o foco imediato é facilitar a entrada de players estrangeiros no Brasil e oferecer às companhias locais uma solução que permita escalar globalmente com menor custo operacional.

“Nosso objetivo é facilitar a entrada de players globais no país e oferecer às empresas brasileiras infraestrutura de ponta para que realizem pagamentos internacionais de forma mais eficiente e possam escalar globalmente”, afirmou Alonso em nota distribuída pela companhia.

Experiência de mercado respalda escolha de Nicolás Alonso

Antes de assumir a operação brasileira, Nicolás Alonso atuou como consultor para instituições financeiras tradicionais e empresas de tecnologia. Entre os nomes citados pela Bitso estão J.P. Morgan, Bank of America, Morgan Stanley, Revolut, Nubank, Binance e OpenAI. A bagagem em finanças e inovação é apontada pela empresa como diferencial para acelerar a estratégia corporativa no Brasil.

Readequação interna fortalece atuação global

A movimentação de Bárbara Espir para um posto global sinaliza a intenção da Bitso de integrar ainda mais suas operações nos nove países em que atua. A executiva, agora responsável pelo gerenciamento de contas corporativas em escala mundial, deverá usar a experiência acumulada no mercado brasileiro — um dos mais regulados e competitivos da América Latina — para padronizar processos e ampliar a carteira de clientes internacionais.

Fundada no México em 2014, a Bitso reporta mais de cinco milhões de usuários e presença em países como Argentina, Colômbia e Chile, além do Brasil. A empresa tem reforçado a vertical de pagamentos empresariais como pilar de crescimento, diversificando suas receitas para além da negociação de criptomoedas por clientes de varejo.

Com a chegada de Alonso, a exchange sinaliza que o Brasil permanece estratégico para a expansão de soluções cross-border. A companhia deverá, nos próximos meses, intensificar conversas com o Banco Central e demais órgãos reguladores, alinhando-se às diretrizes do mercado de câmbio, do Sistema Financeiro Nacional e da recém-aprovada Lei das Criptomoedas.

Para empresas brasileiras interessadas em operações internacionais, a promessa da Bitso é reduzir prazos e custos de remessa, ao mesmo tempo em que oferece transparência e rastreabilidade por meio de blockchain. A abordagem é vista como vantagem competitiva frente aos modelos tradicionais de correspondent banking.

Com a reorganização, a exchange reforça a visão de longo prazo no País, apostando no crescimento do comércio exterior e na digitalização dos fluxos financeiros corporativos.

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Em resumo, a Bitso reposiciona sua liderança para acelerar a expansão da Bitso Business no Brasil, reforçando a oferta de pagamentos internacionais eficientes. Continue acompanhando nossas publicações e receba as principais atualizações do universo cripto-financeiro.

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