Bolsas globais avançam no 1º pregão de 2026 com big techs -

Bolsas globais avançam no 1º pregão de 2026 com big techs

Bolsas globais avançam no 1º pregão de 2026 com big techs. O otimismo em torno de empresas de tecnologia e inteligência artificial sustenta uma abertura positiva nas principais praças acionárias do mundo nesta quinta-feira (2), primeira sessão do ano.

A liquidez é limitada tanto no Brasil quanto no exterior, pois a agenda de indicadores econômicos está enxuta. Ainda assim, investidores apostam que o bom humor internacional pode favorecer os ativos locais ao longo do dia.

Bolsas globais avançam no 1º pregão de 2026 com big techs

No fim de 2025, o mercado doméstico encerrou o último pregão do ano com valorização do Ibovespa, fortalecimento do real e recuo dos juros futuros. No entanto, na quarta-feira (1º), quando a B3 permaneceu fechada, os recibos de ações brasileiras negociados em Nova York (ADRs) recuaram, o que pode exigir ajuste inicial nos preços hoje. O ETF EWZ, que replica o comportamento da bolsa brasileira em Wall Street, caiu 0,69% em 31 de dezembro.

Do lado externo, as chamadas big techs lideram os ganhos. Os futuros dos índices S&P 500, Dow Jones e Nasdaq operam em alta consistente, acompanhados por avanços nas principais bolsas europeias. Na Ásia, o tom também foi positivo: o índice de Seul atingiu máxima histórica, enquanto Hong Kong subiu com apoio de companhias ligadas à inteligência artificial.

Fatores que movem o mercado nesta quinta-feira

• Tecnologia em foco: a expectativa de avanços em inteligência artificial continua a atrair fluxo para o setor de tecnologia, impulsionando índices globais.
• Agenda esvaziada: o único dado relevante é o PMI industrial dos Estados Unidos referente a dezembro. Mais cedo, o mesmo indicador na zona do euro frustrou previsões, o que enfraqueceu o euro frente ao dólar.
• Condições de liquidez: com poucos participantes e ausência de eventos macroeconômicos de peso, oscilações pontuais podem ganhar intensidade ao longo do pregão.

Dólar, juros e commodities

O índice DXY, que mede o comportamento da divisa americana ante uma cesta de moedas fortes, avança levemente, enquanto os rendimentos dos Treasuries permanecem próximos da estabilidade. Nos mercados de commodities, não há movimentos expressivos.

Perspectiva para os ativos brasileiros

Apesar do ajuste técnico esperado pela performance negativa dos ADRs, analistas avaliam que o ambiente externo, dominado por apostas em tecnologia, cria espaço para uma nova rodada de apoio às ações brasileiras, em especial papéis ligados a inovação e empresas expostas ao setor de inteligência artificial.

O câmbio também pode se beneficiar do sentimento de apetite por risco, embora o fortalecimento moderado do dólar limite ganhos mais robustos do real. Já a curva de juros tende a acompanhar a percepção sobre as expectativas de inflação e o comportamento dos rendimentos dos títulos americanos.

Com poucas referências programadas, qualquer surpresa no PMI industrial dos EUA ou novas declarações de autoridades monetárias podem alterar rapidamente o humor dos investidores.

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Resumo: o primeiro pregão de 2026 se inicia com ganhos nas bolsas globais, puxados por grandes empresas de tecnologia. Embora a liquidez seja reduzida, o cenário favorável no exterior pode sustentar os ativos brasileiros. Continue acompanhando nossas atualizações e não perca nenhum movimento relevante do mercado.

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