Brasil nas Olimpíadas de Inverno 2026 alcança um feito inédito: a delegação nacional contará com 15 atletas em Milão-Cortina, superando o recorde anterior de 13 vagas registrado em Sochi 2014.
Com todas as classificações confirmadas neste domingo (18), o Comitê Olímpico do Brasil definiu o maior time de sua história para a competição que ocorre de 6 a 22 de fevereiro. A meta é conquistar a primeira medalha verde-amarela em Jogos de Inverno.
Brasil nas Olimpíadas de Inverno 2026 bate recorde de vagas
A façanha tornou Lucas Pinheiro, do esqui alpino, e Nicole Silveira, do skeleton, símbolos da campanha. Pinheiro, vice-campeão na etapa de Wengen da Copa do Mundo ao cravar 1min46s46, chega como grande esperança no esqui alpino. Nicole, bronze em St. Moritz com 2min22s18, classificou o país ao pódio pela primeira vez em uma etapa de skeleton e reforça o sonho de medalha.
Expectativas de medalha
A última vez que o Brasil flertou com o pódio foi em Turim 2006, quando Isabel Clark terminou o snowboard cross na nona posição. Agora, o país deposita confiança em:
- Lucas Pinheiro – vice na Copa do Mundo de esqui alpino em Wengen;
- Nicole Silveira – bronze no skeleton em St. Moritz.
Delegação completa
Além dos dois principais nomes, o esqui alpino receberá Giovanni Ongaro, Christian Oliveira e Alice Padilha. No esqui cross-country, Manex Silva, Bruna Moura e Eduarda Ribera estão confirmados. O snowboard halfpipe terá Pat Burgener e Augustinho Teixeira, enquanto o bobsled contará com o piloto Edson Bindilatti, que aguarda a definição dos demais integrantes e do reserva.
Lista oficial de classificados:
- Nicole Silveira – skeleton
- Edson Bindilatti – bobsled (piloto; equipe a definir)
- Lucas Pinheiro – esqui alpino
- Giovanni Ongaro – esqui alpino
- Christian Oliveira – esqui alpino
- Alice Padilha – esqui alpino
- Eduarda Ribera – esqui cross-country
- Bruna Moura – esqui cross-country
- Manex Silva – esqui cross-country
- Pat Burgener – snowboard halfpipe
- Augustinho Teixeira – snowboard halfpipe
Próximos passos até Milão-Cortina
Com menos de três semanas para a cerimônia de abertura, os atletas finalizam a preparação em centros de treinamento na Europa. A delegação viaja para a Itália no fim de janeiro, onde fará aclimatação e ajustes finais nas instalações oficiais dos Jogos.
Isabel Clark, Claudinei Quirino e Bruno Fratus atuarão como embaixadores brasileiros, auxiliando na divulgação do evento e no apoio motivacional aos competidores in loco.
Imagem: Divulgação
Retrospecto brasileiro
Desde a estreia em Albertville 1992, o país participou de todas as edições dos Jogos de Inverno, mas nunca subiu ao pódio. O melhor resultado é a nona colocação de Isabel Clark em 2006. O grupo atual busca romper essa barreira histórica.
Para quem deseja acompanhar os atletas, as provas serão transmitidas diariamente entre 6 e 22 de fevereiro em plataformas de TV aberta, fechada e streaming que detêm os direitos de exibição.
Com a maior delegação já formada, o Brasil intensifica a aposta em modalidades de neve e gelo e mira, enfim, a primeira medalha olímpica de inverno.
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Em resumo, o recorde de 15 vagas coloca o Brasil em posição histórica nos Jogos de Inverno 2026; agora, a torcida é para que o desempenho de Lucas Pinheiro, Nicole Silveira e companhia transforme essa marca inédita na tão sonhada medalha. Continue acompanhando nossas atualizações e compartilhe a notícia!



