Captura de Maduro: Trump diz que porta cairia em 47s -

Captura de Maduro: Trump diz que porta cairia em 47s

Captura de Maduro: Trump diz que porta cairia em 47s — A operação que retirou o líder venezuelano Nicolás Maduro do poder foi descrita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como rápida e decisiva. Segundo ele, bastariam 47 segundos para demolir a porta de aço do bunker onde o venezuelano buscava refúgio, caso as forças americanas não o alcançassem primeiro.

Trump fez o relato em pronunciamento na Casa Branca em 3 de janeiro de 2026. O republicano afirmou que a ofensiva precisou de sigilo absoluto para evitar vazamentos de informação, que, na visão dele, poderiam partir do próprio Congresso americano.

Captura de Maduro: Trump diz que porta cairia em 47s

Questionado sobre a possibilidade de Maduro ter sido alvo de uma eliminação direta, Trump respondeu que “isso poderia ter acontecido”. O presidente explicou que o líder venezuelano tentou chegar a um compartimento reforçado, totalmente metálico, mas não conseguiu fechar a porta antes da chegada dos militares. “Era uma porta muito pesada, muito grossa. Teríamos explodido em cerca de 47 segundos, independentemente da espessura do aço”, declarou.

Planejamento sob sigilo e resistência no terreno

De acordo com Trump, a operação foi montada para reduzir ao mínimo o número de envolvidos, evitando que detalhes estratégicos se tornassem públicos. Ele relatou “muita resistência” na aproximação ao bunker. “Passamos por forças de retaliação, havia muitos adversários”, disse, lembrando que houve troca intensa de tiros.

Maior ação militar dos EUA desde a Segunda Guerra

O presidente norte-americano classificou a investida na capital venezuelana como “a maior ação militar dos Estados Unidos desde a Segunda Guerra Mundial”. Segundo ele, foram empregados meios aéreos, terrestres e marítimos para garantir o sucesso da missão, descrita como um “ataque espetacular”.

Destino de Maduro e estado de emergência na Venezuela

Washington informou que Maduro e a esposa, Cilia Flores, foram removidos da Venezuela por via aérea e estão sob custódia americana, devendo responder à Justiça em Nova York. O governo venezuelano declarou estado de emergência, afirmou desconhecer o paradeiro do presidente deposto e exigiu prova de vida. Até o momento, não há balanço oficial de mortos ou feridos.

Interesse no setor de petróleo venezuelano

Na mesma coletiva, Trump anunciou planos para reabrir o setor petrolífero da Venezuela às maiores companhias dos EUA. Ele afirmou que as empresas investiriam bilhões de dólares para “consertar a infraestrutura em péssimo estado” e gerar lucro ao país sul-americano. O republicano acusou administrações venezuelanas anteriores de terem se apropriado “à força” de uma indústria “construída com talento e capital americanos”, classificando o episódio como “um dos maiores roubos de propriedade americana na história”.

Com os desdobramentos da captura de Maduro ainda incertos, a comunidade internacional acompanha os próximos passos de Washington e de Caracas. Novas informações devem surgir à medida que o processo judicial avança e as consequências políticas e econômicas se tornam mais claras.

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Em resumo, Donald Trump detalhou a captura de Maduro, indicando que apenas 47 segundos separavam o líder venezuelano de um abrigo reforçado. A maior ofensiva militar dos EUA em décadas abre caminho para uma possível reconfiguração no petróleo da Venezuela. Acompanhe nossas atualizações e assine a newsletter para não perder os próximos capítulos.

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