FBI investiga morte de enfermeiro em ação do ICE em Minneapolis -

FBI investiga morte de enfermeiro em ação do ICE em Minneapolis

FBI investiga morte de enfermeiro ocorrida durante uma operação do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE) em Minneapolis, Estados Unidos, no sábado (24). O disparo que matou Alex Pretti, 37 anos, é alvo de apurações simultâneas do Departamento de Segurança Interna (DHS) e da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP).

De acordo com a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, a investigação permanece “ativa” e inclui análises internas sobre o uso de força letal. A porta-voz acrescentou que o governo “está revisando tudo em relação aos tiros” e permitirá que o inquérito siga seu curso.

FBI investiga morte de enfermeiro em ação do ICE em Minneapolis

Testemunhas relatam que Pretti, enfermeiro da Unidade de Terapia Intensiva do Centro Médico de Veteranos de Minneapolis, foi baleado por agentes federais que teriam agido em legítima defesa. Segundo o DHS, a arma do enfermeiro foi apreendida no local. Ainda não foram divulgados detalhes sobre o que motivou a aproximação dos agentes nem o contexto imediato do confronto.

Quem era Alex Pretti

Familiares, amigos e colegas de trabalho descrevem Pretti como dedicado aos veteranos que atendia no hospital. Em comunicado, os pais Michael e Susan Pretti afirmaram que o filho “queria fazer a diferença no mundo” e era movido por “profundo desejo de ajudar o próximo”. Ele atuava na UTI do centro médico havia cerca de cinco anos.

Repercussão política

O chefe de gabinete para políticas da Casa Branca, Stephen Miller, qualificou Pretti de “terrorista doméstico”, declaração que gerou críticas de grupos de direitos civis. Apesar do tom, Leavitt reiterou que “ninguém na Casa Branca, incluindo o presidente Donald Trump, quer ver pessoas feridas ou mortas nas ruas da América”.

Próximos passos da investigação

O FBI concentra-se na reconstrução da dinâmica dos disparos, analisando câmeras corporais, depoimentos dos agentes do ICE e possíveis imagens de segurança. Paralelamente, o CBP conduz revisão interna para avaliar se os protocolos de uso de força foram cumpridos.

Ainda não há prazo para a conclusão dos inquéritos. Autoridades federais afirmam que novas informações serão divulgadas “assim que possível”, respeitando a confidencialidade das evidências.

Para saber mais sobre como decisões governamentais afetam a vida dos cidadãos, visite nossa seção de Governamental.

O caso permanece sob escrutínio público e jurídico. Continue acompanhando nossas atualizações para entender os desdobramentos desta investigação e o impacto das ações de fiscalização federal.

Scroll to Top