Fintech argentina Belo estreia no Brasil com carteira global e quer conquistar rapidamente espaço entre usuários que precisam movimentar diferentes moedas no dia a dia.
A plataforma, fundada em Buenos Aires, deu o pontapé inicial em sua operação brasileira nesta segunda-feira (01/12) e traçou uma meta ambiciosa: chegar a 1 milhão de contas ativas no País até o fim de 2026. Hoje, a empresa já atende mais de 3 milhões de clientes na Argentina e em outros nove mercados latino-americanos.
Fintech argentina Belo estreia no Brasil com carteira global
A oferta da Belo inclui pagamentos em dólares, euros, reais e criptomoedas, além de conversão instantânea entre esses ativos dentro do aplicativo. Segundo a companhia, as transações ocorrem sem necessidade de conta bancária tradicional, o que reduz etapas e custos para quem envia ou recebe dinheiro do exterior.
Expansão latino-americana
Fundada em 2020, a Belo cresceu rapidamente na Argentina em meio à alta demanda por alternativas ao sistema financeiro convencional. Nos últimos três anos, a fintech desembarcou em Chile, Colômbia, México, Peru, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Equador e Guatemala. A chegada ao Brasil, maior mercado da região, é vista pela direção como “passo decisivo” para acelerar a base de usuários.
Público-alvo: turistas e freelancers
A Belo aposta em dois segmentos para ganhar tração local. O primeiro são turistas estrangeiros que procuram fugir das tarifas elevadas de câmbio tradicional; o segundo reúne freelancers e criadores de conteúdo que recebem pagamentos internacionais em plataformas digitais. “Queremos facilitar a vida de quem precisa gastar em reais, mas recebe em outra moeda”, afirmou a empresa em nota.
Metas até 2026
Além da marca de 1 milhão de contas, a fintech projeta movimentar centenas de milhões de dólares em volume transacionado no Brasil nos próximos três anos. Para atingir o objetivo, a Belo pretende fechar parcerias com e-commerce, redes de hotéis e plataformas de trabalho remoto, além de investir em campanhas de educação financeira.
Imagem: Divulgação
Como funciona a carteira
No aplicativo, o usuário deposita reais via Pix ou transferências bancárias e pode convertê-los imediatamente em dólares, euros ou criptoativos como bitcoin e ether. A carteira gera um cartão virtual internacional, viabilizando compras on-line e presenciais em mais de 180 países. A empresa garante que as taxas de câmbio serão “transparentes” e exibidas em tempo real antes da confirmação de cada operação.
Com a largada oficial no Brasil, a fintech argentina Belo passa a competir com outras carteiras multimoeda já consolidadas no mercado, mas aposta na integração direta entre dinheiro tradicional e ativos digitais para se diferenciar.
Se você se interessa por serviços financeiros inovadores, vale conferir como o Pix internacional pode transformar as remessas de dinheiro para brasileiros no exterior.
Em resumo, a chegada da Belo amplia a oferta de carteiras multimoeda no País e promete facilitar pagamentos internacionais. Acompanhe nossas atualizações e aproveite para compartilhar esta notícia nas redes sociais.



