Salt Lake City (EUA) – O ativista conservador Charlie Kirk, 31 anos, aliado do ex-presidente norte-americano Donald Trump, foi assassinado a tiros na quarta-feira (10) enquanto participava de um evento estudantil na Utah Valley University, em Orem, no estado de Utah.
Imagens divulgadas nas redes sociais registram o momento em que o influenciador, sentado sob uma tenda no pátio do campus, é atingido por disparos durante seu discurso. Na sequência, estudantes e participantes correm para fora da universidade.
A porta-voz da instituição informou que um suspeito chegou a ser detido, mas foi liberado após a polícia descartar envolvimento com o crime. Até o fechamento desta reportagem, o atirador não havia sido identificado.
Kirk liderava a organização Turning Point USA, conhecida por promover pautas conservadoras em escolas e universidades. Segundo o jornal The New York Times, a entidade foi transformada pelo ativista em uma operação de mídia sustentada por grandes doadores do campo conservador.
Em suas redes sociais, Donald Trump confirmou a morte do aliado poucas horas após pedir orações pelo seu estado de saúde. “O grande, até mesmo lendário, Charlie Kirk faleceu. Minhas condolências, e as de Melania, à sua esposa Erika e a toda a família”, escreveu o ex-presidente. Kirk era casado e deixa dois filhos.
Do exterior, a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, classificou o episódio como “uma ferida profunda para a democracia”. A líder italiana afirmou que o assassinato de “um jovem ativista republicano amplamente seguido” é “chocante”.
Imagem: terra.com.br
Conhecido por apoiar publicamente Donald Trump, Kirk também se tornou alvo de críticas por divulgar desinformação sobre a Covid-19 e contestar a existência das mudanças climáticas. Em março passado, Trump o indicou para o Conselho de Visitantes da Academia da Força Aérea dos Estados Unidos.
Com o caso ainda sem respostas, a polícia de Utah continua as buscas pelo autor dos disparos e investiga a motivação do crime.
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Com informações de Terra



